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TIM reportou lucro líquido normalizado de R$ 4,34 bilhões em 2025, alta de 37,4% em relação ao ano anterior, de acordo com balanço financeiro divulgado na noite desta terça-feira, 10.

Somente no quarto trimestre, o lucro registrou expansão de 27,9%, na comparação com o mesmo período de 2024, alcançando R$ 1,34 bilhão.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) normalizado cresceu 7,5% em 2025, somando R$ 13,57 bilhões. A margem ficou em 51%, alta anual de 1,4 ponto percentual (p.p.).

A receita líquida, por sua vez, totalizou R$ 26,62 bilhões, uma expansão de 4,6%, puxada pelo crescimento do serviço móvel, sobretudo da modalidade pós-paga.

Confira, a seguir, os principais indicadores da TIM no consolidado de 2025.

  • Lucro líquido normalizado: R$ 4,34 bilhões (+37,4%);
  • Receita líquida: R$ 26,62 bilhões (+4,6%);
  • Serviço móvel: R$ 24,51 bilhões (+5,4%);
  • Serviço fixo: R$ 1,33 bilhão (+0,4%);
  • Ebitda normalizado: R$ 13,57 bilhões (+7,5%);
  • Margem Ebtida normalizada: 51% (+ 1,4 p.p,);
  • Capex: R$ 4,54 bilhões (-0,2%).

Receita móvel

A receita do serviço móvel avançou 4,8% no quarto trimestre e 5,4% no consolidado de 2025, totalizando R$ 24,51 bilhões. “O resultado foi impulsionado pela sequência positiva do pós-pago e combinada com uma desaceleração no ritmo da queda do pré-pago”, destacou a TIM.

Inclusive, a receita do pós-pago teve alta de 11,2% no ano passado, em função da migração de clientes de pré para pós, do nível controlado de desconexões e dos reajustes anuais de preços. A receita média por usuário (ARPU, na sigla em inglês) da modalidade pós-paga foi de R$ 43,3 no quarto trimestre (+0,6%).

Já a receita do serviço pré-pago teve redução de 9,3% em 2025, fechando o último trimestre do ano com ARPU de R$ 14,8.

A TIM encerrou 2025 com 61,97 milhões de usuários móveis (-0,1%). A empresa ganhou cerca de 2,5 milhões de clientes pós-pagos, com a modalidade totalizando 32,74 milhões de usuários (+8,4%). A carteira pré-paga ficou com 29,22 milhões de chips ativos (-8,3%). A rede 5G está disponível em 1.089 cidades.

Serviço fixo

A receita do serviço fixo totalizou R$ 1,33 bilhão em 2025, alta de 0,4%. Especificamente o TIM Ultrafibra, o serviço de banda larga fixa, registrou R$ 910 milhões em receitas, baixa anual de 1,2%. O ARPU de FTTH chegou a R$ 95,2 no quarto trimestre.

Em 2025, a TIM ganhou cerca de 60 mil assinantes de banda larga fixa, fechando o ano com uma base de 850 mil acessos (+7,6%).

B2B

A TIM informou que a receita contratada dos serviços corporativos (B2B) totalizou R$ 1 bilhão no quarto trimestre de 2025. O montante tem contribuição, principalmente, dos setores de logística (38%), agrícola (37%) e utilities (20%).

A operadora fechou 2025 com 26 milhões de hectares cobertos com 4G (+33%), mais de 10 mil km de estradas cobertas com rede móvel (+83%) e mais de 472 mil pontos de iluminação pública com contratos assinados (+39%).

A empresa ainda destacou que tem avançado na vertical de mineração e já conta com 569 mil veículos conectados à sua rede.

Capex

O capex (investimento) da TIM registrou ligeira baixa de 0,2% em 2025, somando R$ 4,54 bilhões. O indicador sobre a receita caiu de 17,9%, em 2024, para 17,1%, em 2025.

Na prática, os investimentos em rede cresceram 0,6%, totalizando R$ 3,18 bilhões. A queda foi puxada pela redução de 2,1% em TI e outras áreas, para R$ 1,35 bilhão.

FONTE: TELETIME