Escolha uma Página

O comparador e medidor da qualidade de serviços de Internet Melhor Escolha divulgou os resultados da nova edição do Prêmio Melhor Escolha, com os provedores que se saíram melhor no ano passado. Na comparação entre unidades federativas (UFs), o pódio foi dominado por provedores regionais em 12 estados.

Já entre as operadoras com atuação nacional, a Vivo obteve a maior média geral, com 178 Mbps — superando o resultado que obteve na última edição. A empresa também liderou o indicador de velocidade em nove estados. 

“Nesta edição, a velocidade média da Internet banda larga no Brasil atingiu 136 Mbps, representando um crescimento aproximado de 11% em comparação ao ano anterior. O avanço tem ligação com o aumento da competitividade entre provedores nacionais e regionais”, analisou o Melhor Escolha. 

Entre as operadoras nacionais, após a Vivo, com 178 Mbps, vieram a Nio (165 Mbps) e a TIM (152 Mbps). Em seguida, aparecem Claro (148 Mbps) e Giga+ (144 Mbps). 

Já a média de velocidade no download mais alta em um único estado foi de 214 Mbps no Mato Grosso, registrada pela LCI Telecom. Em seguida vieram Rupi Telecom, com 199 Mbps em Alagoas, e a AGE, com 194 Mbps no Distrito Federal. 

Premio do Melhor Escolha 2026
Arte: Danilo Paulo/Teletime

Entre as grandes, em nove estados a Vivo obteve a maior velocidade para baixar arquivos da Internet. Entre eles São Paulo, onde a empresa marcou 183 Mbps médios, segundo o Melhor Escolha. Outras unidades populosas como Rio de Janeiro (179 Mbps) e Minas Gerais (177 Mbps) também tiveram a tele como líder. 

Já a banda larga da Nio (ex-Oi Fibra) foi a mais veloz em quatro estados brasileiros: Paraná (182 Mbps), Mato Grosso do Sul (154 Mbps), Amapá (143 Mbps) e Acre (137 Mbps). A Claro teve a maior velocidade no Sergipe (156 Mbps) e a TIM, na Bahia (143 Mbps). 

Diferença regionais

Todas as dez UFs com as menores médias estão localizadas nas regiões Norte e Nordeste.

Pior marca do País, a média de 113 Mbps registrada pela líder Allfiber em Roraima, por exemplo, é quase metade da observada no Mato Grosso. No ano anterior, o estado roraimense também tinha ficado na última posição, ao registrar 93 Mbps de média.

Metodologia

A análise considerou dados oficiais da Anatel e uma base mínima de testes iniciados pelos consumidores na própria ferramenta do site. Segundo a empresa, para o ranking nacional, foi exigida “presença significativa em todas as regiões do Brasil“. Nos rankings estaduais e municipais, as operadoras precisaram ter, no mínimo, 1,5% de participação no mercado e nos testes realizados no período avaliado.

São considerados apenas testes realizados em redes de conexão fixa, seja por cabo ou Wi-Fi. Os testes incluem dispositivos como computadores e celulares conectados via Wi-Fi”, afirmou o Melhor Escolha ao TELETIME.

Análise

De acordo com o Melhor Escolha, o salto de 11% na média nacional é reflexo de um amadurecimento entre o avanço da infraestrutura e o comportamento do usuário

“Por um lado, as operadoras realizaram investimentos na expansão da infraestrutura, incluindo planos mais rápidos; por outro, temos uma mudança no perfil do consumidor brasileiro. Hoje, o uso da Internet é multiconectado. Com o amadurecimento do home office, a popularização do streaming em 4K e o crescimento dos jogos competitivos, a alta velocidade é um item essencial”.

FONTE: TELETIME